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HOJE ALGUMAS FRASES ME DEFINEM: "Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Clarice Lispector "Os contos de fadas são assim. Uma manhã, a gente acorda. E diz: "Era só um conto de fadas"... Mas no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos muito bem que os contos de fadas são a única verdade da vida." Antoine de Saint-Exupéry. Contando Histórias e restaurando Almas."Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos." Fernando Pessoa

segunda-feira, 23 de julho de 2012


Rainha de Misericórdia, confio a ti este nó da minha vida (Fazer o pedido), e rogo-te dar-me um coração de espera enquanto o desatas. Ensina-me a perseverar na palavra viva de Jesus, na Eucaristia, no sacramento da confissão, enfim, fica comigo e prepara o meu coração para festejar com os anjos esta graça a mim já concedida. Amém! Aleluia!


Maria Desatadora dos nós, roga por mim.


Toda formosa és, Maria, e mancha não há em Ti.

sábado, 21 de julho de 2012

Barcelona

































































































































Templo Expiatório da Sagrada Família, também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona(Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas, o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.
A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres  quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides eparaboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cincoórgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2012) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.
A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

http://pt.wikipedia.org


Expiación Templo de la Sagrada Familia, también conocido simplemente como la Sagrada Familia, es una gran iglesia católica de la ciudad catalán de Barcelona (España), diseñado por el arquitecto catalán Antoni Gaudí, y considerado por muchos críticos como su obra maestra y el exponente de la arquitectura modernista catalán. Financiado exclusivamente por contribuciones privadas, el proyecto se inició en 1882 y asumida por Gaudí en 1883, cuando tenía 31 años de edad, dándole sus últimos 40 años, los últimos quince de forma exclusiva. La construcción fue suspendida en 1936 debido a la Guerra Civil española y no estimado para la finalización antes de 2026, el centenario de la muerte de Gaudí.
La construcción comenzó en estilo neogótico, pero el proyecto fue reelaborado por completo por Gaudí para tomarla. El templo fue diseñado para tener tres fachadas principales: la fachada del Nacimiento, casi terminado con Gaudí aún vivo, la Fachada de la Pasión, que se inició en 1952, y la Fachada de la Gloria, aún incompleta. De acuerdo a su conducta habitual, a partir de los contornos generales del edificio improvisó la construcción de Gaudí a medida que avanzaba. El templo, cuando esté terminado, dispondrá de 18 torres en cada una de las cuatro de tres puertas de entrada, la forma de cúpulas, tendrá un sistema de seis torres, con la cúpula central de la torre dedicada a Jesucristo, a 170 metros de altura otros cuatro en torno a este, dedicadas a los evangelistas, y una segunda cúpula dedicada a la Virgen. El interior está formado por columnas arborescentes inclinadas y bóvedas innovadoras basadas en hiperboloides eparaboloides que buscan la forma óptima de la catenaria. Se estima que podría llevar los cantantes de su coro en 1500, 700 niños y cincoórgãos. En 1926, año en que Gaudí murió, una sola torre fue construida. Los planes de diseño de construcción y sólo quedó un modelo en yeso que resultó muy dañado durante la Guerra Civil española. Desde entonces continuó las obras: en la actualidad (2012) son más los portales de la Natividad y la Pasión y Gloria se inició y se está construyendo dentro de las bóvedas.
El trabajo realizado Gaudí - la fachada de la Natividad y la cripta - fue incluida por la UNESCO en 2005 como Patrimonio de la Humanidad con el título "Obras de Antoni Gaudí".

quinta-feira, 19 de julho de 2012




ALMA CIGANA

Eu nunca fiz segredo
que a minha alma é cigana
perambula pelo mundo
dança, canta, não engana.

Meu coração… esse já é português
tem sotaque e nostalgia lusitanos
das margens do Tejo ficou freguês
e fados vive cantando.

Enquanto ele canta fados
a alma toca castanholas
mas ambos se abraçam contentes
numa moda de viola.


No bolero são renitentes
não desprezam seu encanto
mas sonham noites e dias
com a magia do tango.

Ah! eu jamais trocaria…
minha alma ou coração
são livres como águias no céu
trapaceiam como irmãos.

Já estiveram na Grécia
também em Jerusalém
mas a pátria deles e minha
é a pátria que ninguém tem.


Mas falando em governantes
é saga que ninguém merece
por isso deixo minh’alma
fazer o que lhe apetece.

Ela vê a sua sorte
se assim o desejar
mas não lhe fala de morte
pois segue essa linear.

A minha sorte eu não sei
ver, eu nunca consegui
mesmo sendo tão cigana
não sei nem se eu já morri.

Se o meu amor foi na frente
se ainda espera por mim
tudo que eu sei e que eu canto
é só do que aqui vivi.

E da minha liberdade
que a prezo mais que tudo
pois cigana de verdade
não se prende nesse mundo!

Quem me conhece já sabe
gosto de vermelho forte
nas minhas saias rodadas
que dos dois lados tem cortes.

Pra facilitar a dança
nos volteios deslumbrantes
que me tomam nos meus sonhos
nos braços do meu amante.

Tenho uma rosa no peito
bem lá dentro tatuada
esteve nos meus cabelos
em outras vidas passadas.

Assim vou sendo feliz
do meu jeito tão singular
que pouca gente me entende
mas não lhes deixo de amar!

Tere Penhabe



terça-feira, 17 de julho de 2012

Cores e Sabores de Valência








 Fartós





















Orchata



 A chufa (em castelhano horchata de chufa, em catalão e valenciano orxata de xufes) é o nome dado a uma bebida de origem vegetal não alcoólica consumida principalmente na Espanha. A mais conhecida chufa é a produzida na Comunidade Valenciana, muito popular em toda a Espanha. É produzida com água, açúcar e os tubérculos da junça. É servida gelada, como um suco, em geral acompanhada de fartós, uma espécie de biscoito em forma de bastão, que é comido embebido na chufa.
Seu aspecto é leitoso, quase como se fosse um "leite vegetal", rico em amido, gorduras,açúcar e proteínas.

horchata
  La chufa (de horchata de chufa en castellano, catalán y valenciano Orxata de xufes) es el nombre dado a una planta de no beber bebida consumida principalmente en España. La chufa se produce el más conocido en Valencia, muy popular en toda España. Se produce con el agua, el azúcar y los tubérculos de juncia. Se sirve frío, como un jugo, por lo general acompañada de llenado, un tipo de galleta en forma de barra, que está incrustado en la chufa comido.
Su aspecto es lechoso, casi como un "leche vegetal", rica en almidón, grasas, azúcares y proteínas.


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Valência e suas azeitonas maravilhosas. Cebolas e pepinos...


Valencia y sus maravillosas aceitunas.Las cebollas y los pepinos ...

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Frutas frescas e novos paladares.
Las frutas frescas y nuevos sabores.


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Balas artezanais e chás medicinais.


Viñetas y hechos a mano tés medicinales.









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Paella

A paella (em castelhano e catalão) é um prato à base de arroz, típico da gastronomia espanhola e que tem as suas raízes na comunidade de Valência - daí que em Portugal seja comummente conhecido como Arroz à Valenciana.
Surgiu na Espanha, nos séculos XV e XVI, na região de Valência, mais especificamente na região de Albufera, região de grandes arrozais e de grande produção de verduras frescas. Originalmente um prato popular, foi criada pelos camponeses que partiam para o campo com a paellera ou paella, arroz, azeite e sal e agregavam ingredientes da caça, legumes da estação e as sobras que possuíam. O tomate só foi acrescentado posteriormente, trazido da América por Cristóvão Colombo, e o frango, que era muito caro para os padrões da época.

Recipiente usado para a paella

O prato é chamado paella devido à paellera ou paella valenciana, uma espécie de frigideira, de ferro ou aço, onde são preparados vários pratos da culinária valenciana, como o arroz negro e o fideuá. A paella ou paellera, é uma frigideira rasa e grande (diâmetro mínimo de 30 cm), com duas alças. O formato da paella favorece o cozimento do arroz por igual.
O nome Paella vem do latim "Patella", espécie de bandeja usada na Roma antiga, onde eram colocadas as oferendas aos Deuses, em rituais de fecundação da terra.

Conclusões

Há diversas receitas, mas a autêntica paella valenciana é a união de vários alimentos característicos da região: arroz, frango, coelho, pato, garrofó, tabella e ferraura - variedades autóctones de feijão -, tomate, azeite e açafrão (que dá a cor amarela característica do prato). Ocasionalmente pode se adicionar alcachofras e caracois, alguns também adicionam ervilhas.
Com a difusão da paella pela costa, foram acrescentados frutos do mar: choco, camarões,lulas, lagostins, vôngoles, mexilhões, e polvo, tornando-o um prato misto (terra e mar).
Em suas diferentes variações, encontram-se ainda as "paellas marineras" (peixe e frutos do mar)e a "paella negra", com tinta de lula.
No Brasil, normalmente é feita com frutos do mar.
A comunidade valenciana sempre associou a paella a um evento festivo. Devido a sua preparação laboriosa e a seus ingredientes serem um luxo para a maioria da população, durante muito tempo, quando havia uma festa, a paella era o prato escolhido. É tradicionalmente cozida em um fogo à lenha, preferencialmente ao ar livre e normalmente preparada pelo homem.


Paella


La paella (en castellano y catalán) es un plato hecho de arroz, típica de la cocina española y tiene sus raíces en la comunidad de Valencia - es que en Portugal se conoce comúnmente como la Valenciana Rice.
Surgió en España, de los siglos XV y XVI, en la Comunidad Valenciana, concretamente en la región de la Albufera, una región de grandes campos de arroz y la producción de gran cantidad de verduras frescas. Originalmente un plato muy popular fue creado por los campesinos que iban al campo con la paellera o paella, arroz, aceite y sal y también se combinan los ingredientes de caza, verduras de temporada y las sobras que tenían. El tomate se añadió más tarde, traído de América por Cristóbal Colón, y el pollo, que era muy caro para los estándares de la época.
Recipiente utilizado para la paella
El plato llamado paella o paellera debido a la paella valenciana, una especie de sartén, de hierro o de acero, que se preparan varias cocina valenciana como el arroz y fideuá negro. La paella o paellera, es una olla poco profunda (diámetro mínimo 30 cm), con dos asas. La forma de la paella favorece la cocción del arroz uniformemente.
La Paella nombre proviene del latín "patella", una especie de bandeja utilizada en la antigua Roma, donde se colocaron las ofrendas a los dioses en rituales de fertilización de la tierra.
Conclusiones
Hay varias recetas, pero la auténtica paella valenciana es la unión de varios alimentos característicos de la región: arroz, pollo, conejo, pato,, garrofó, y ferraura tabella - variedades autóctonas - frijol, tomate, aceite de oliva y la cúrcuma (que da el color amarillo característico de la placa). De vez en cuando puede agregar las alcachofas y caracoles, también se suman algunos guisantes.
Con la difusión de la paella junto a la costa, se han añadido productos del mar: sepia, camarones, calamares, gambas, almejas, mejillones y el pulpo, por lo que es un plato mixto (tierra y mar).
En sus diferentes variaciones, siguen siendo las "paellas marineras" (pescados y mariscos) y "paella negro" con tinta de calamar.
En Brasil, por lo general se hace con pescados y mariscos.
La comunidad siempre ha asociado paella valenciana en un evento festivo. Debido a su laboriosa preparación y sus ingredientes son un lujo para la mayoría de la gente durante mucho tiempo, cuando había una fiesta, la paella era de los platos elegidos. Tradicionalmente se ha cocinado en un fuego de leña, preferiblemente al aire libre y por lo general preparado por el hombre.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Paella

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